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Diagnóstico
Caracterizamos seus resíduos, volumes e obrigações legais. Você recebe um plano de gestão sob medida.
Logística ambiental · Gestão de resíduos
Gestão de resíduos para indústrias que precisam de conformidade comprovada — não prometida. Cada quilo tem origem, rota e destino registrados.
O que fazemos
Coleta, destinação e assessoria giram num mesmo ciclo — cada volta melhora a próxima. Da retirada ao certificado de destinação final, a Ecotrans conduz todas as etapas com equipe própria, sem terceirizar a operação. Toque em uma etapa para ver os detalhes.
Etapa 01 · Ciclo Ecotrans
Coletamos o resíduo no seu endereço, na frequência combinada e com documentação emitida no ato. Atendemos as três classes:
Etapa 02 · Ciclo Ecotrans
Cada resíduo segue para a rota de destinação mais adequada e menos impactante, sempre com Certificado de Destinação Final:
Etapa 03 · Ciclo Ecotrans
Cuidamos da papelada e da inteligência da sua gestão de resíduos, deixando tudo pronto para auditorias e reportes:
Como funciona
Quatro etapas, um fio condutor: documentação que prova cada movimento. A linha abaixo é literal — é o trajeto do seu resíduo.
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Caracterizamos seus resíduos, volumes e obrigações legais. Você recebe um plano de gestão sob medida.
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Frota própria com telemetria coleta no seu endereço. O MTR ou RGG (SP Regula) é emitido na hora, digital.
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Tratamento, reciclagem ou disposição em unidades licenciadas — com Certificado de Destinação Final.
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Dossiê completo: MTRs ou RGGs (SP Regula), CDFs e emissões evitadas, pronto para auditorias e reporte de sustentabilidade.
Frota própria
Frota própria não é detalhe operacional: é controle de ponta a ponta. Sem intermediários, cada veículo segue o nosso padrão — e responde ao nosso nome.
Cada operação pede um veículo. Estes são os modelos que atendem da coleta compactada às caçambas e às cargas fracionadas.
Coleta compactada de grandes volumes de resíduos sólidos — ideal para rotas urbanas e industriais frequentes.
Movimentação de caçambas estacionárias (Brooks): troca rápida em obras, indústrias e grandes geradores.
Transporte de caixas-compactadoras e caçambas de grande porte, com içamento sobre rolos — alto volume.
Veículos baú: leves e ágeis, ideais para coletas urbanas e transporte de cargas fracionadas.
Equipamentos
Disponibilizamos contêineres, caçambas estacionárias, roll-on/roll-off e caixas-compactadoras dimensionados para o seu volume e tipo de material — com troca e manutenção inclusas.
Recipientes com tampa e rodízios, de 120 L a 1.000 L, para coleta interna e externa.
recommendRecomendado para: condomínios, comércios e indústrias com coleta frequente e espaço reduzido.
Caçambas estacionárias (Brooks) de 3 m³ a 7 m³ para grandes volumes, com troca programada.
recommendRecomendado para: entulho, resíduos volumosos, obras e grandes geradores.
Caçambas de 26 m³ a 30 m³ movimentadas por caminhão roll-on roll-off — a maior capacidade da linha.
recommendRecomendado para: indústrias, grandes obras e operações com alto volume de resíduos.
Compactam o resíduo no próprio local, reduzindo o número de coletas e o custo logístico.
recommendRecomendado para: alto volume contínuo: indústrias, shoppings e centros de distribuição.
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Anos no mercado
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Clientes atendidos
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Toneladas coletadas por mês
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Conformidade legal
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Coletas com sucesso
Certificações & licenças
Resíduos que coletamos
A classificação segue a ABNT NBR 10004, que separa os resíduos sólidos conforme o risco que oferecem à saúde pública e ao meio ambiente. Cada classe exige acondicionamento, transporte e destinação próprios — e é isso que define a rota de cada carga.
Resíduos perigosos
São os resíduos que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente por conta de pelo menos uma destas características:
Exemplos
Óleos e graxas usados · solventes, tintas, vernizes e borras · lâmpadas fluorescentes · pilhas e baterias · eletrônicos · embalagens contaminadas por produtos químicos · resíduos de serviços de saúde (RSS/infectantes — só não coletados na cidade de São Paulo; em qualquer outro município, a coleta é normal).
Exigem acondicionamento, transporte e destinação especializados, sempre em unidades licenciadas e com MTR ou RGG (SP Regula) e Certificado de Destinação Final.
Não perigosos · não inertes
É a classe do meio: não se enquadra como perigosa (Classe I) nem como inerte (Classe II B). Costuma apresentar ao menos uma destas propriedades:
Exemplos
Lixo comum e resíduos orgânicos · restos de alimento · papel e papelão · madeira · podas e resíduos de jardinagem · lodos de estação de tratamento · materiais recicláveis em geral.
Boa parte segue para reciclagem, compostagem ou coprocessamento antes de qualquer disposição em aterro.
Não perigosos · inertes
São os resíduos que, submetidos ao ensaio de solubilização, não liberam nenhum constituinte acima dos padrões de potabilidade da água — com exceção de cor, turbidez, dureza e sabor. Na prática:
Exemplos
Entulho e resíduos da construção civil (RCC) · concreto, tijolos, blocos e cerâmica · vidros · plásticos inertes · rochas e areia · sucata e material de demolição.
Destinados a reciclagem de RCC ou a aterro de inertes Classe II B licenciado.
Não encontrou o seu resíduo na lista? Fale com um consultor — avaliamos o caso e indicamos a classe e a rota de destinação corretas.
Dúvidas frequentes
Não achou sua dúvida? Fale com um consultor — a primeira conversa é um diagnóstico, não uma venda.
Falar com um consultor arrow_forwardResíduos industriais classes I (perigosos) e II (não perigosos), resíduos de serviços de saúde e materiais para logística reversa e reciclagem. No diagnóstico, caracterizamos cada fluxo e indicamos a rota de destinação adequada.
O Manifesto de Transporte de Resíduos é o documento oficial que acompanha o resíduo da origem ao destino. Emitimos MTRs — ou RGGs, via SP Regula — digitais em todas as coletas: são eles que protegem a sua empresa em fiscalizações e auditorias.
Consolidamos MTRs ou RGGs (SP Regula), Certificados de Destinação Final e estimativas de emissões evitadas em um dossiê periódico, em formato pronto para anexar a auditorias e relatórios de sustentabilidade.
A regra é simples: quando um resíduo exige uma licença ou rota que ainda não faz parte da nossa operação, indicamos o caminho certo em vez de assumir o que não podemos garantir. Um caso específico: resíduos de serviços de saúde (RSS) só não são coletados dentro da cidade de São Paulo. Se a sua unidade fica em qualquer outro município — do estado ou de fora dele —, a coleta de RSS é feita normalmente. Para qualquer material fora do comum, fale com um consultor — caracterizamos o resíduo e confirmamos se conseguimos coletá-lo.
RGG são os Resíduos de Grandes Geradores. No município de São Paulo, estabelecimentos classificados como grandes geradores precisam registrar o transporte dos seus resíduos no sistema da AMLURB (CTRe-RGG). Funciona como um controle municipal complementar ao MTR: comprova, perante a prefeitura, que o resíduo foi coletado e destinado corretamente. Cuidamos dessa emissão e do controle para você.
Preencha o formulário e sua mensagem chega direto na nossa caixa de entrada — sem precisar abrir seu aplicativo de e-mail. Respondemos em até um dia útil.
request_quote Dados para o orçamento
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Onde estamos
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